Quem descontrai a razão e
aventura ser feliz.
Quem arrisca parecendo
um tolo sonhador.
Quem ousa atender
o que o coração anseia.
Quem encara a vida como
uma dádiva e promessa.
Quem consegue ser autêntico
ainda que desaponte alguns.
Quem sinceramente realiza-se
com a alegria do outro.
Quem dança com o abandono e
suporta o vazio do salão.
Quem conheceu uma traição
sem trair a sua alma.
Quem reconhece a beleza mesmo
sem estar tão belo todo dia.
Quem reafirma “eu posso”
diante dos tropeços.
Quem ferido até os ossos
faz o que tem que ser feito.
Quem atravessa um incêndio
sem acovardar-se.
Quem consegue ficar sozinho e
gostar da sua própria companhia.
4 de outubro de 2010
18 de setembro de 2010
Dois selos, muitos presentes.
Dois selos, muitos presentes. Esses selos vieram acompanhados de doação, reconhecimento, generosidade, gentileza, talentos, tintas, entre tantos outros. Do blog http://emummundopatetico.blogspot.com/ recebi da Penha o “Selo de qualidade” e do blog http://estacaoprimeiradosamba.blogspot.com/ ganhei do Sandro o selo “Escritores Virtuais”.
Sabendo que nunca vou conseguir encontrar todas as palavras para agradecer esses presentes, fica aqui registrado que vocês dois, Penha e Sandro, acertaram o “Calcanhar” aqui.
Sobre o “Calcanhar de Aquiles” (regra do “Selo de qualidade”): 1)tenho vários “pontos fracos” (minha primeira postagem) 2) melhor a verdade, seja qual for; 3) encontro-me nos textos postados; 4) preciso muito estudar a Língua Portuguesa; 5) sou um analfabeto digital confesso; 6) sei muito menos que preciso; 7) prefiro música que TV; 8) coleciono canecas; 9) acordo cedo sempre.
As regras para ganhar esse “Selo de qualidade” são indicá-lo para nove blogs e falar nove coisas sobre você.
Já a regra do selo “Escritores virtuais” é indicar alguns blogs para recebê-los e na postagem que fizer citar o nome do blog que presenteou.
A todos vocês um abraço amigo e meu muitíssimo obrigado.
10 de setembro de 2010
Tem gente que ... (2)
ressaca a moral;
lembra o que convém;
mente com verdade;
sorri sem mover um músculo;
sente sem sentimento;
esconde mãos frias;
centraliza para mandar;
parece a videira cheia de nó;
desconhece o respeito;
solta a fantasia descarada;
desenfrea ilusão por aí;
sem paz usa tanque de guerra;
especula vasculhando o outro;
parasita o disse-me-disse;
no coração tem concreto;
olha comprido;
banca a meia e fica no pé;
a língua deve ser servida;
fala sem ouvir;
coroa para crucificar;
amola a guilhotina;
vive jogando;
chuta como zagueiro;
age como boneco que vai ser queimado;
sofre do mal da soberba;
usa verniz na casca grossa;
tem síndrome da verdade;
estuda o outro como um livro;
se acha dono do texto;
fere com a palavra e
precipita no ponto final.
lembra o que convém;
mente com verdade;
sorri sem mover um músculo;
sente sem sentimento;
esconde mãos frias;
centraliza para mandar;
parece a videira cheia de nó;
desconhece o respeito;
solta a fantasia descarada;
desenfrea ilusão por aí;
sem paz usa tanque de guerra;
especula vasculhando o outro;
parasita o disse-me-disse;
no coração tem concreto;
olha comprido;
banca a meia e fica no pé;
a língua deve ser servida;
fala sem ouvir;
coroa para crucificar;
amola a guilhotina;
vive jogando;
chuta como zagueiro;
age como boneco que vai ser queimado;
sofre do mal da soberba;
usa verniz na casca grossa;
tem síndrome da verdade;
estuda o outro como um livro;
se acha dono do texto;
fere com a palavra e
precipita no ponto final.
1 de setembro de 2010
Tem gente que ... (1)
Tem gente que abre o apetite e
aguça os sentidos.
Tem gente que é um convite e
lembra cartão postal.
Tem gente que é solar e
faz o dia mais azul.
Tem gente que descontrai e
aventura.
Tem gente que prima o plural e
singulariza.
Tem gente que é tão natural e
escapa.
Tem gente que sorri sem igual e
deságua.
Tem gente que tem medo e
às vezes suporta.
Tem gente que exercita o diálogo e
dispensa medida.
Tem gente que prefere a verdade e
surpreende.
Tem gente que se tira pra dançar e
fica à vontade.
Tem gente que vai gostando e
volta apaixonado.
Tem gente que na vida é uma estreia e
ama como a primeira vez.
Tem gente que vê o erro e
volta.
Tem gente que tem paz no olhar e
irradia.
Tem gente que nasceu para o bem e
esmera.
Tem gente que é tão amigo e
humaniza.
Tem gente que gosta de gente e
eu acho que o Criador também.
aguça os sentidos.
Tem gente que é um convite e
lembra cartão postal.
Tem gente que é solar e
faz o dia mais azul.
Tem gente que descontrai e
aventura.
Tem gente que prima o plural e
singulariza.
Tem gente que é tão natural e
escapa.
Tem gente que sorri sem igual e
deságua.
Tem gente que tem medo e
às vezes suporta.
Tem gente que exercita o diálogo e
dispensa medida.
Tem gente que prefere a verdade e
surpreende.
Tem gente que se tira pra dançar e
fica à vontade.
Tem gente que vai gostando e
volta apaixonado.
Tem gente que na vida é uma estreia e
ama como a primeira vez.
Tem gente que vê o erro e
volta.
Tem gente que tem paz no olhar e
irradia.
Tem gente que nasceu para o bem e
esmera.
Tem gente que é tão amigo e
humaniza.
Tem gente que gosta de gente e
eu acho que o Criador também.
18 de agosto de 2010
Já ...
Já sorri sem testemunha e
chorei como criança.
Já fui bobo e
feito de bobo sem saber.
Já tive certeza e
queria mil vezes estar enganado.
Já tive a pena afiada e
perdi a mão.
Já respondi mais que perguntei e
procurei palavras sem encontrar.
Já me afastei de mim e
esqueci o caminho de volta.
Já dividi uma vida e
tive meu coração fora do peito.
Já arranquei sentimento agarrado e
senti falta demais.
Já errei querendo acertar e
acertei errando.
Já fui familiar e
em seguida desconhecido.
Já fui excluído e
conheci o abandono.
Já me achei o “Colombo” dos sentimentos e
naufraguei com as pendências dando “bom dia”.
Já tive dias que pareciam noites e
vivi noites que foram dias sem fim.
Já senti frio vendo a cor gelo e
derreti com um olhar amigo.
chorei como criança.
Já fui bobo e
feito de bobo sem saber.
Já tive certeza e
queria mil vezes estar enganado.
Já tive a pena afiada e
perdi a mão.
Já respondi mais que perguntei e
procurei palavras sem encontrar.
Já me afastei de mim e
esqueci o caminho de volta.
Já dividi uma vida e
tive meu coração fora do peito.
Já arranquei sentimento agarrado e
senti falta demais.
Já errei querendo acertar e
acertei errando.
Já fui familiar e
em seguida desconhecido.
Já fui excluído e
conheci o abandono.
Já me achei o “Colombo” dos sentimentos e
naufraguei com as pendências dando “bom dia”.
Já tive dias que pareciam noites e
vivi noites que foram dias sem fim.
Já senti frio vendo a cor gelo e
derreti com um olhar amigo.
6 de agosto de 2010
Disse que ...
que veio de cara,
que é para ficar,
que vale à pena,
que é pra valer,
que acredita,
que se importa,
que investe,
que insiste,
que espera,
que liga o desliga,
que estar é ser,
que há conjunção,
que é pro que vier,
que sente falta,
que tem medo,
que se desconserta,
que se desconcentra,
que estremece,
que é uma estreia,
que o sorriso estampa,
que felicidade existe e
que tudo é verdade.
Disse apenas por dizer.
que é para ficar,
que vale à pena,
que é pra valer,
que acredita,
que se importa,
que investe,
que insiste,
que espera,
que liga o desliga,
que estar é ser,
que há conjunção,
que é pro que vier,
que sente falta,
que tem medo,
que se desconserta,
que se desconcentra,
que estremece,
que é uma estreia,
que o sorriso estampa,
que felicidade existe e
que tudo é verdade.
Disse apenas por dizer.
20 de julho de 2010
Aos amigos.
O sorriso do aprendiz,
a inocência de um começo,
o meio antes do início e fim,
o silêncio e a palavra,
a imaginação do Olimpo,
a fé dos patriarcas,
o maná do deserto,
a lei mosaica,
o sermão da montanha,
a sabedoria de Salomão,
o mistério filosofal,
a prece de Assis,
o “Nome da Rosa”,
o Sol dos Incas,
os encontros cartesianos,
a coragem dos pioneiros,
a certeza dos utópicos,
a dúvida dos sofistas,
a resistência dos excluídos,
a determinação jacobina,
a queda das “bastilhas”,
a atenção do garimpeiro,
o espelho do próspero,
a flexão do Verbo,
a elegância de Malu,
um sonho de valsa,
a “Fuga” de Bach,
o improviso da Marrom,
a cadeira dos Imortais,
a “Paz” de Gil,
um amor de Julieta,
o dedo verde de um menino,
solitário só de diamante,
um ponto de exclamação,
a humildade dos poetas,
a esperança dos anônimos,
e a bênção do Pai.
a inocência de um começo,
o meio antes do início e fim,
o silêncio e a palavra,
a imaginação do Olimpo,
a fé dos patriarcas,
o maná do deserto,
a lei mosaica,
o sermão da montanha,
a sabedoria de Salomão,
o mistério filosofal,
a prece de Assis,
o “Nome da Rosa”,
o Sol dos Incas,
os encontros cartesianos,
a coragem dos pioneiros,
a certeza dos utópicos,
a dúvida dos sofistas,
a resistência dos excluídos,
a determinação jacobina,
a queda das “bastilhas”,
a atenção do garimpeiro,
o espelho do próspero,
a flexão do Verbo,
a elegância de Malu,
um sonho de valsa,
a “Fuga” de Bach,
o improviso da Marrom,
a cadeira dos Imortais,
a “Paz” de Gil,
um amor de Julieta,
o dedo verde de um menino,
solitário só de diamante,
um ponto de exclamação,
a humildade dos poetas,
a esperança dos anônimos,
e a bênção do Pai.
Assinar:
Postagens (Atom)


